Antes de qualquer atividade, jogo ou intervenção, existe algo essencial: o vínculo.
Um paciente que se sente seguro arrisca. E quem arrisca, aprende. Por isso os primeiros encontros são dedicados ao acolhimento, à escuta e à construção de confiança.
Quando a criança percebe que o erro não será motivo de vergonha, o bloqueio começa a ceder — e o potencial que sempre esteve ali finalmente aparece.
